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Nunca dejaré de ser vaquero

Gilvan Nascimento

Nunca Vou Deixar de Ser Vaqueiro

Nunca vou deixar de ser vaqueiro
Meu destino é viajar pelo o sertão
O meu transporte é o meu cavalo
A minha roupa é as perneiras e o gibão

Nunca vou deixar de ser vaqueiro
Gosto de aboiar tirar leite e tanger gado
Ganhar taça e troféu nas vaquejadas
Dançar xote baião e correr gado

Eu não penso em deixa a minha terra
O lugar que eu nasci e fui criado
Um dia vou ser fazendeiro
Vou deixar de ser empregado

No sertão a vaqueirama é bruta
Monta em cavalo e touro bravo
Pega boi e mulher no laço
O vaqueiro é bruto rustico sistemático

Nunca dejaré de ser vaquero

Nunca dejaré de ser vaquero
Mi destino es viajar por el sertón
Mi transporte es mi caballo
Mi ropa son las polainas y el chaleco

Nunca dejaré de ser vaquero
Disfruto cantar, ordeñar y guiar el ganado
Ganar copas y trofeos en las vaquedas
Bailar xote, baião y correr ganado

No pienso en dejar mi tierra
El lugar donde nací y crecí
Un día seré hacendado
Dejaré de ser empleado

En el sertón, los vaqueros son rudos
Montan caballos y toros bravos
Agarran toros y mujeres con el lazo
El vaquero es rudo, rústico y sistemático

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