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Singularidad (En Vivo)

Giovanna Moraes

Singularidade (Ao Vivo)

Um fluxo de dados em constante atualização
Número de série perdido nessa geração
Batendo aqui poucos tem coragem
Delegam se as autoridades
Que insistem que o novo ainda não chegou

Conectado, mas atemporal
Algoritmos me permitem
Sei nem o que querer

Conectado, pós racional
Algoritmos me seduzem
Sei nem o que querer

De estar preso aqui
Em um mundo que
Não vai existir
Uma verdade
Que nunca vão ouvir
Abismo virtual
Barulho sem sem
Sem Sinal

Poucos tem coragem
E as autoridades
Insistem
Ainda não chegou

Conectado, mas atemporal
Algoritmos me permitem
Sei nem o que querer

Conectado, pós racional
Algoritmos me seduzem
Sei bem o que querer

Somos conectados mais
Conectados mais
Conectados mais
Conectados mais

Sei nem o que querer

Somos conectados mais
Conectados mais
Conectados mais
Conectados mais

Sei nem o que querer

Somos conectados mais
Conectados mais
Conectados mais
Conectados mais

Sei bem o que querer

Singularidad (En Vivo)

Un flujo de datos en constante actualización
Número de serie perdido en esta generación
Pocos se atreven a golpear aquí
Delegan las autoridades
Que insisten en que lo nuevo aún no ha llegado

Conectado, pero atemporal
Los algoritmos me permiten
No sé ni qué desear

Conectado, post-racional
Los algoritmos me seducen
No sé ni qué desear

Estar atrapado aquí
En un mundo que
No existirá
Una verdad
Que nunca escucharán
Abismo virtual
Ruido sin
Señal

Pocos se atreven
Y las autoridades
Insisten
Que aún no ha llegado

Conectado, pero atemporal
Los algoritmos me permiten
No sé ni qué desear

Conectado, post-racional
Los algoritmos me seducen
Sé bien qué desear

Estamos más conectados
Más conectados
Más conectados
Más conectados

No sé ni qué desear

Estamos más conectados
Más conectados
Más conectados
Más conectados

No sé ni qué desear

Estamos más conectados
Más conectados
Más conectados
Más conectados

Sé bien qué desear

Escrita por: Giovanna Moraes