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Caminos Pasados

Giuly Biancato

Estradas Passadas

Eu já enterrei a morte
Mas as vezes caminho
Pela estrada daquele passado
Ainda não aprendi a trocar
Todo esse ar que ainda resta
Nos meus pulmões

Todos dizem que as águas que passaram
Não movem mais esses moinhos
Mas eu ainda estou aqui me movendo
Por essas águas

A morte eu já enterrei
Mas continuo a andar
Pelas estradas passadas daquele lar
Ainda não aprendi a renovar
Todo o ar que restou
Nos meus pulmões

Como aceitar que algo
Que passou não pode mais voltar
Toda a saudade traz lembranças
Cada lembrança traz saudade

Eu já enterrei a morte
Mas as vezes caminho
Pela estrada daquele passado
Ainda não aprendi a trocar
Todo esse ar que ainda resta
Nos meus pulmões

A morte eu já enterrei
Mas continuo a andar
Pelas estradas passadas daquele lar
Ainda não aprendi a renovar
Todo o ar que restou
Nos meus pulmões

Caminos Pasados

Ya enterré la muerte
Pero a veces camino
Por el camino de ese pasado
Todavía no he aprendido a cambiar
Todo ese aire que aún queda
En mis pulmones

Todos dicen que las aguas pasadas
Ya no mueven esos molinos
Pero aquí sigo moviéndome
Por esas aguas

La muerte ya enterré
Pero sigo caminando
Por los caminos pasados de ese hogar
Todavía no he aprendido a renovar
Todo el aire que quedó
En mis pulmones

¿Cómo aceptar que algo
Que pasó ya no puede volver?
Toda la nostalgia trae recuerdos
Cada recuerdo trae nostalgia

Ya enterré la muerte
Pero a veces camino
Por el camino de ese pasado
Todavía no he aprendido a cambiar
Todo ese aire que aún queda
En mis pulmones

La muerte ya enterré
Pero sigo caminando
Por los caminos pasados de ese hogar
Todavía no he aprendido a renovar
Todo el aire que quedó
En mis pulmones

Escrita por: Giuly Biancato