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Nadie Sustituye a Nadie

Glicéria M. Almeida Alvarenga (Célia)

Ninguém Substitui Ninguém

Deliciosamente te abracei
E fui te envolvendo dentro da paixão
E sua resistência foi se desfazendo
A força do amor foi prevalescendo
Orgulho foi vencido pela emoção

Você se entregou de forma absoluta
De forma absoluta também me entreguei
Você ficou embriagado de prazer
E de prazer também me embriaguei

E os ressentimentos foram esquecidos
Pela felicidade, substituídos
As mágoas já nem lembro onde foi que deixei
Acho que joguei fora quando te abracei

Não, não vamos mais brigar, não posso te perder
Em ninguém eu encontro o que tenho em você
Pois no amor ninguém substitui ninguém
Vem
Que eu quero te prender dentro do meu abraço
De um jeito bem gostoso como eu sempre faço
Pra te fazer feliz e ser feliz também

Não, não!
Não vamos mais brigar, não posso te perder
Em ninguém eu encontro o que tenho em você
Pois no amor ninguém substitui ninguém
Vem, que eu quero te prender dentro do meu abraço
De um jeito bem gostoso como sempre faço
Pra te fazer feliz e ser feliz também!

Nadie Sustituye a Nadie

Deliciosamente te abracé
Y te fui envolviendo dentro de la pasión
Y tu resistencia se fue deshaciendo
La fuerza del amor prevaleció
El orgullo fue vencido por la emoción

Te entregaste de forma absoluta
De forma absoluta también me entregué
Quedaste embriagado de placer
Y de placer también me embriagué

Y los resentimientos fueron olvidados
Por la felicidad, sustituidos
Las penas ya ni recuerdo dónde las dejé
Creo que las tiré cuando te abracé

No, no vamos a pelear más, no puedo perderte
En nadie encuentro lo que tengo en ti
Porque en el amor nadie sustituye a nadie
Ven
Que quiero atraparte dentro de mi abrazo
De una manera bien rica como siempre hago
Para hacerte feliz y ser feliz también

¡No, no!
No vamos a pelear más, no puedo perderte
En nadie encuentro lo que tengo en ti
Porque en el amor nadie sustituye a nadie
Ven, que quiero atraparte dentro de mi abrazo
De una manera bien rica como siempre hago
Para hacerte feliz y ser feliz también!

Escrita por: Célia de Almeida