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Digo que no hago y hago todo de nuevo

Golpe de Estado

Falo Que Não Faço

Falo que não faço e faço tudo de novo

Cada vez que penso
Chego a conclusão de que não adianta
Falar nada (nada)
Cada vez que falo
Vejo que o caminho
É a boca estar calada (calada)
Cada vez que corro
Sofro pois não posso realizar
Tudo que quero e morro
Cada vez que morro
Por ficar aqui sentado em casa
Sem fazer nada

O pastor me chamou pra conversar
Hey irmão,o que você tem pra falar
Pô meu velho não sei nem oque dizer
Mas posso garantir
Que não vai mas acontecer

Falo que não faço
E faço tudo de novo
Acabei de fazer
Falo que não faço
E faço tudo de novo
Acabei de fazer

Cada vez que penso

O pai dela me chamou pra conversar
E aí cabelo,o que vc tem pra falar
Pô meu velho não sei nem oque dizer
Mas a tua filha é melhor ce nem saber

Falo que não faço
E faço tudo de novo
Acabei de fazer
Falo que não faço
E faço tudo de novo
Acabei de fazer

Falo que não vou
To lá de novo
E vou fazer

Toda vez que penso
Chego a conclusão
De que não adianta

Digo que no hago y hago todo de nuevo

Digo que no hago y hago todo de nuevo
Cada vez que pienso
Llego a la conclusión de que no sirve de nada
Decir nada (nada)
Cada vez que hablo
Veo que el camino
Es tener la boca callada (callada)
Cada vez que corro
Sufro porque no puedo realizar
Todo lo que quiero y muero
Cada vez que muero
Por quedarme aquí sentado en casa
Sin hacer nada

El pastor me llamó para hablar
Hey hermano, ¿qué tienes para decir?
Viejo, no sé ni qué decir
Pero puedo garantizar
Que no volverá a suceder

Digo que no hago
Y hago todo de nuevo
Acabo de hacerlo
Digo que no hago
Y hago todo de nuevo
Acabo de hacerlo

Cada vez que pienso

El padre de ella me llamó para hablar
¿Y qué pasa, chico? ¿Qué tienes para decir?
Viejo, no sé ni qué decir
Pero es mejor que no sepas

Digo que no hago
Y hago todo de nuevo
Acabo de hacerlo
Digo que no hago
Y hago todo de nuevo
Acabo de hacerlo

Digo que no voy
Y allá voy de nuevo
Y lo haré

Cada vez que pienso
Llego a la conclusión
De que no sirve de nada

Escrita por: Nelson Brito