Crente
Quem pediu pra ficar só
Foi você ou eu, quem quis
O que é foda é que eu sei, não vou falar
Porque ninguém tava aqui
Quem te escreve é culpado
Já que não sabe dizer
Que o corpo mancha
Que a língua estranha
Quando o olho dói
Por azar eu te encontrei na rua
Sorte que não era tua
Sorte que não era tua
Por azar eu te encontrei na rua
Sorte que não era tua
Sorte que não era tua
Quem te escreve é culpado
Já que não sabe dizer
Que o corpo mancha
Que a língua estranha
Quando o olho dói
Por azar eu te encontrei na rua
Sorte que não era tua
Sorte que não era tua
Por azar eu te encontrei na rua
Sorte que não era tua
Sorte que não era tua
E mente
Palmas abertas pra gente
Judas, eu quero ser crente
Mas não vou saber rezar
E mente
Palmas abertas pra gente
Judas, eu quero ser crente
Faz uma reza pra mim
Crente
Quién pidió estar solo
Fuiste tú o fui yo, quién quiso
Lo jodido es que sé, no voy a hablar
Porque nadie estaba aquí
Quien te escribe es culpable
Ya que no sabe decir
Que el cuerpo mancha
Que la lengua extraña
Cuando el ojo duele
Por desgracia te encontré en la calle
Suerte que no era tuya
Suerte que no era tuya
Por desgracia te encontré en la calle
Suerte que no era tuya
Suerte que no era tuya
Quien te escribe es culpable
Ya que no sabe decir
Que el cuerpo mancha
Que la lengua extraña
Cuando el ojo duele
Por desgracia te encontré en la calle
Suerte que no era tuya
Suerte que no era tuya
Por desgracia te encontré en la calle
Suerte que no era tuya
Suerte que no era tuya
Y miente
Palmas abiertas para la gente
Judas, quiero ser creyente
Pero no sabré rezar
Y miente
Palmas abiertas para la gente
Judas, quiero ser creyente
Haz una oración por mí
Escrita por: Gabriel Gomes de Oliveira, Miguel Duarte de Barros, João Cortez de Oliveira, Heitor Vilar