Xerife Macabro
As coisas dos nossos pais
Escritas naqueles jornais
Deixados no sotam em paz
O tempo não corre pra traz
Que os mortos descansem em paz
As bandas que eu já escutei
Serviram pra saber o que sei
De todas as pessoas que eu matei
Convites que já recusei
Onde é que eu vá
Onde é que eu vá
Onde é que eu vá
Eu vou está
Onde é que está
Onde é que está
Antes que eu queira te apagar
Coisas que eu já pensei passam por aqui
Volto a pensar nelas antes de ir dormi
E quando lembro que matei volto a dormi
Sem preso na consciência pra fugir de mim
Que os mortos descansem em pais
Vou te falar o que sei não vou mais fugir
Esqueça que eu te enganei, pois não estou mais aqui
Sorriso cravado na cara tentando me fazer ri
Ladrões de terno e gravata tentando me iludir
Onde é que eu vá
Onde é que eu vá
Onde é que eu vá
Eu vou está
Onde é que está
Onde é que está
Antes que eu queira te apagar
Eu estou sendo enganado
Você está sendo enganado
Agente ta sendo enganados
Estamos do mesmo lado
Que os mortos descansem em paz
Sheriff Macabro
Las cosas de nuestros padres
Escritas en aquellos periódicos
Dejados en el desván en paz
El tiempo no retrocede
Que los muertos descansen en paz
Las bandas que ya escuché
Sirvieron para saber lo que sé
De todas las personas que maté
Invitaciones que ya rechacé
A dónde iré
A dónde iré
A dónde iré
Estaré
Dónde estás
Dónde estás
Antes de que quiera borrarte
Cosas que ya pensé pasan por aquí
Vuelvo a pensar en ellas antes de ir a dormir
Y cuando recuerdo que maté vuelvo a dormir
Sin prisión en la conciencia para huir de mí
Que los muertos descansen en paz
Te diré lo que sé, no huiré más
Olvida que te engañé, pues ya no estoy aquí
Sonrisa grabada en la cara intentando hacerme reír
Ladrones de traje y corbata intentando engañarme
A dónde iré
A dónde iré
A dónde iré
Estaré
Dónde estás
Dónde estás
Antes de que quiera borrarte
Estoy siendo engañado
Estás siendo engañado
Estamos siendo engañados
Estamos del mismo lado
Que los muertos descansen en paz
Escrita por: Gabriel Mendonça / Mathias Mendonça