Espelho
Daqui do alto eu não consigo me ver,
Há um imenso vazio e ele só faz crescer.
Flores, plásticos, formas e vícios,
Tomando mentiras comprimidas pela verdade.
Sem sonhos, sem voz, sem liberdade.
Sem sonhos, sem voz, só vaidades.
Sorrisos feitos de plástico
Em um mundo de vidro.
Está tudo em preto e branco,
Menos a verdade.
Que saudade.
Lidando com sentimentos que não posso controlar.
Tentando correr antes de andar.
Nesse corte tão lento e profundo,
Cada vez mais distante do seu mundo.
Reflejo
Desde lo alto no puedo verme,
Hay un inmenso vacío y solo crece.
Flores, plásticos, formas y vicios,
Aceptando mentiras comprimidas por la verdad.
Sin sueños, sin voz, sin libertad.
Sin sueños, sin voz, solo vanidades.
Sonrisas hechas de plástico
En un mundo de cristal.
Todo está en blanco y negro,
Excepto la verdad.
Qué nostalgia.
Lidiando con sentimientos que no puedo controlar.
Intentando correr antes de caminar.
En este corte tan lento y profundo,
Cada vez más lejos de tu mundo.
Escrita por: Fábio Rabelo