395px

El Gran Acuerdo

Grenat

O Grande Acordo

Eu equilibro meu
Estado num rijo cordão

Fiz do palhaço
Um plano alto
Um circo no salão

Ó, madrugada
Em sua saia
Ensaio a votação

Furtividade
Nas suíças
Do velho Pedrão

Eu não sei falar francês
Mon argent c'est mon raison

Eu visto a farda
Do sofisma
Grega situação

A pólis treme
Eu viro meme
Mito da nação

O pai da horda
Defensor, fiscal de toba
Sou estandarte da moral
E de fingir razão

Eu não sei de português
Mais Canhões, menos Camões
Eu disparo o meu fuzil E

Ôho-oh-ôh, ôho-oh-ôh

Olhar dantesco
Riso irônico
Do Sen-a-dor

Meu caro Cláudio
Sem Esparro
Pássaro de pó

Não é do pai
Não é do filho
Então de quem será?

De um santo espírito
De cínico
A me blindar

Faço tudo De uma vez
Minha alCunha é sensatez
Não há nada a Temer E

Ôho-oh-ôh, ôho-oh-ôh

Ninguém está isento de um deslizar
Eu viro a cara e meto a bala
Não quero saber
Ninguém verá, o bom selvagem (bom cenário)
Corromper será eu e você?

El Gran Acuerdo

Equilibro mi
Estado en un firme cordón

Convertí al payaso
En un plan elevado
Un circo en el salón

Oh, madrugada
En su falda
Ensayo la votación

Furtividad
En los relojes
Del viejo Pedrón

No sé hablar francés
Mi dinero es mi razón

Visto el uniforme
Del sofisma
Situación griega

La pólis tiembla
Me convierto en meme
Mito de la nación

El padre de la horda
Defensor, fiscal de trasero
Soy estandarte de la moral
Y de fingir razón

No sé de portugués
Más Cañones, menos Camões
Disparo mi fusil Y

Oh-oh-oh, oh-oh-oh

Mirada dantesca
Risa irónica
Del Se-na-dor

Mi querido Claudio
Sin Esparro
Pájaro de polvo

No es del padre
No es del hijo
Entonces, ¿de quién será?

De un santo espíritu
De cínico
Que me protege

Hago todo De una vez
Mi seudónimo es sensatez
No hay nada que Temer Y

Oh-oh-oh, oh-oh-oh

Nadie está exento de un desliz
Giro la cara y disparo
No quiero saber
Nadie verá, el buen salvaje (buen escenario)
¿Corromperemos tú y yo?

Escrita por: Vinícius Carossi