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Samba-Enredo 2006 - Tijuca, Cantos, Recantos e Encantos

GRES Império da Tijuca

Samba-Enredo 2006 - Tijuca, Cantos, Recantos e Encantos

Você foi um berço de índios
Lugar que Estácio de Sá
Deu aos jesuítas
O direito de ficar
Área do café e do chá
Onde os negros
Iam pra colheita trabalhar (oh Tijuca)
Oh Tijuca
A brisa beija
Seu verde e faz bailar
Belos cantos que encantam
Recantos de encantar
O amanhecer, passarada a revoar
Vista Chinesa e a Mesa do Imperador
Olha que explendor
Cachoeiras a cachoar
É a natureza a cantar

Desce o morro da Formiga
Do Borel e do Salgueiro (bis)
As escolas que incrementam
Nosso samba o ano inteiro

No Éden tomavam a saideira
É um canto de saudade
Onde a mocidade
Papeava a noite inteira
Hoje, o progresso na área chegou, ôô
Indústria, comércio e metrô
A praça é meu ninho de amor

Império exalta
Sua raiz
E a massa tijucana (bis)
Se faz feliz

Samba-Enredo 2006 - Tijuca, Cantos, Recantos e Encantos

Fuiste cuna de indígenas
Lugar que Estácio de Sá
Concedió a los jesuitas
El derecho de quedarse
Zona del café y del té
Donde los negros
Iban a trabajar en la cosecha (oh Tijuca)
Oh Tijuca
La brisa besa
Tu verde y hace bailar
Hermosos cantos que encantan
Rincones encantadores
El amanecer, bandadas de aves revoloteando
Vista China y la Mesa del Emperador
Mira qué esplendor
Cascadas que caen en cascada
Es la naturaleza cantando

Baja del morro de la Formiga
Del Borel y del Salgueiro (bis)
Las escuelas que potencian
Nuestro samba todo el año

En el Edén tomaban la última
Es un canto de nostalgia
Donde la juventud
Charlaba toda la noche
Hoy, el progreso ha llegado a la zona, ôô
Industria, comercio y metro
La plaza es mi nido de amor

El Imperio exalta
Sus raíces
Y la masa tijucana (bis)
Se hace feliz

Escrita por: Baster / Belandi / Martinho Da Muda / Pedrinho Da Flor