395px

Moho

Griza Nokto

Bolor

Ela só veste preto, e claro, ri do Lollapalooza
Esconde as cicatrizes puxando as mangas da blusa
Lê Schopenhauer, Nietzsche, Butler, Beauvoir, e adora Cioran!
Nos fones Gangue Morcego, She Past Away, Joy Division; jamais Djavan

Ela sente as dores do mundo como suas!
Ela vê os horrores do mundo pelas ruas!

Ela caminha pela cidade olhando cada outdoor
Cada sorriso falso e mentiras tornam tudo pior
Ela caminha entre as pessoas quase com piedade
Sabe que tantos carros e prédios são só vaidade

Tem um emprego tedioso e pais que apenas tolera
Ama os dias frios e se deprime com a primavera
Aceita cada um dos seus amores como efêmeros
Diz que se apaixona por pessoas, nunca pensa em seus gêneros

Ela sente as dores do mundo como suas!
Ela vê os horrores do mundo pelas ruas!

Ela caminha pela cidade olhando cada outdoor
Cada sorriso falso e mentiras tornam tudo pior
Ela caminha entre as pessoas quase com piedade
Sabe que tantos carros e prédios são só vaidade

Toma uns remédios por prazer, e outros para ansiedade
Algumas taças de vinho para conviver em sociedade
Os dias nascem, morrem, persistem: Um eterno bolor
Uma nova semana, uma nova tattoo, quem sabe um novo amor?

Ela sente as dores do mundo como suas!
Ela vê os horrores do mundo pelas ruas!

Ela caminha pela cidade olhando cada outdoor
Cada sorriso falso e mentiras tornam tudo pior
Ela caminha entre as pessoas quase com piedade
Sabe que tantos carros e prédios são só vaidade

Moho

Ella solo viste de negro, y por supuesto, se ríe del Lollapalooza
Oculta las cicatrices tirando de las mangas de la blusa
Lee a Schopenhauer, Nietzsche, Butler, Beauvoir, ¡y adora a Cioran!
En sus auriculares Gangue Morcego, She Past Away, Joy Division; nunca Djavan

Siente los dolores del mundo como propios
¡Ve los horrores del mundo por las calles!

Caminando por la ciudad, observa cada cartel publicitario
Cada sonrisa falsa y mentiras hacen que todo sea peor
Pasa entre la gente casi con compasión
Sabe que tantos autos y edificios son solo vanidad

Tiene un trabajo tedioso y padres a los que apenas tolera
Ama los días fríos y se deprime con la primavera
Acepta cada uno de sus amores como efímeros
Dice que se enamora de personas, nunca piensa en sus géneros

Siente los dolores del mundo como propios
¡Ve los horrores del mundo por las calles!

Caminando por la ciudad, observa cada cartel publicitario
Cada sonrisa falsa y mentiras hacen que todo sea peor
Pasa entre la gente casi con compasión
Sabe que tantos autos y edificios son solo vanidad

Toma algunos medicamentos por placer, y otros por ansiedad
Unas copas de vino para socializar
Los días nacen, mueren, persisten: Un eterno moho
Una nueva semana, un nuevo tatuaje, ¿quién sabe un nuevo amor?

Siente los dolores del mundo como propios
¡Ve los horrores del mundo por las calles!

Caminando por la ciudad, observa cada cartel publicitario
Cada sonrisa falsa y mentiras hacen que todo sea peor
Pasa entre la gente casi con compasión
Sabe que tantos autos y edificios son solo vanidad

Escrita por: Griza Nokto