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Kumpel Capoeira

Grupo Bom Gosto

Cumpadre Capoeira

Eu conto a historia do cumpadre capoeira que nasceu lá na bahia na ladeira do pelô
Veio pro rio conheceu uma mulata com um feitiço muita graça capoeira se encantou
E a mulata levou ele na favela numa roda de amigos num pagode de irmãos
Na roda de samba ela samba no pé
Na roda ele bate na palma da mão
Mais o gerente sujeito desconfiado no morro considerado e chamado de irmão
Queria saber quem era o tal de capoeira que roubou sua mulata quem é esse cidadão
E o capoeira que não sabia de nada lhe armaram uma cilada uma tremenda traição
Levou dois tiros um na testa um no peito
Ai não teve jeito o seu corpo foi ao chão
E a mulata que já vinha do trabalho com sorriso admirado percebeu a confusão
E o capoeira com o corpo baleado tava todo ensanguentado estirado lá no chão
E o gerente olhou pra ela e disse:
Mulher minha na favela ninguém mete a mão
E a mulata cansada de sofrimento pegou a arma do elemento e deu um tiro no alemão
E logo logo se espalhou pela favela que quem tava no comando era um tal de Vingador
E a mulata logo após aquele feito deu um tiro no seu peito e ali mesmo ela ficou

Ai a favela chorou, a dor de amor da criola
A favela chorou, a dor de amor da criola
A favela chorou, a dor de amor da criola
A favela chorou, a dor de amor da criola

Kumpel Capoeira

Ich erzähl die Geschichte vom Kumpel Capoeira, der in Bahia geboren wurde, an der Ladeira do Pelô.
Er kam nach Rio, traf eine Mulattin, mit einem Zauber, viel Anmut, Capoeira war verzaubert.
Und die Mulattin nahm ihn mit in die Favela, zu einem Freundeskreis, zu einem Fest unter Brüdern.
Im Samba-Kreis tanzt sie mit den Füßen,
Im Kreis klatscht er in die Hände.
Doch der misstrauische Chef, im Hügel angesehen und als Bruder bezeichnet,
wollte wissen, wer der Capoeira war, der seine Mulattin gestohlen hat, wer ist dieser Typ?
Und der Capoeira, der von nichts wusste, wurde in eine Falle gelockt, ein gewaltiger Verrat.
Er bekam zwei Schüsse, einen in die Stirn, einen in die Brust.
Oh, da gab's kein Entkommen, sein Körper fiel zu Boden.
Und die Mulattin, die gerade von der Arbeit kam, mit bewunderndem Lächeln, bemerkte das Chaos.
Und der Capoeira, mit dem verwundeten Körper, lag blutüberströmt dort auf dem Boden.
Und der Chef sah sie an und sagte:
„Meine Frau, in der Favela fasst niemand an.“
Und die Mulattin, müde vom Leiden, nahm die Waffe des Typen und schoss auf den Deutschen.
Und bald verbreitete sich in der Favela, dass der, der das Sagen hatte, ein gewisser Rächer war.
Und die Mulattin, kurz nach dieser Tat, schoss sich in die Brust und blieb dort liegen.

Oh, die Favela weinte, der Schmerz der Liebe der Mulattin.
Die Favela weinte, der Schmerz der Liebe der Mulattin.
Die Favela weinte, der Schmerz der Liebe der Mulattin.
Die Favela weinte, der Schmerz der Liebe der Mulattin.

Escrita por: Andinho Maia