Nômade
Eu vou vivendo assim
Uma estação de cada vez
De Sol a frio, tentando superar
Vontade de sumir no breu
E nunca mais me ver
Me esconder de mim
Sem rastro ou radar pra eu não saber
Onde mora um cara que não quer ser encontrado
Longe de vagar
Nômade sumindo
Quebrando espelho pra evitar se ver
Já, quase te arranquei
Mas meu coração não me obedeceu
E você não sai
Diz que é tudo seu
Pra me acostumar
Doa a quem doeu
Nómade
Voy viviendo así
Una estación a la vez
De sol a frío, tratando de superar
Las ganas de desaparecer en la oscuridad
Y no volverme a ver
Esconderme de mí
Sin rastro ni radar para no saber
Dónde vive un tipo que no quiere ser encontrado
Lejos de vagar
Nómade desapareciendo
Rompiendo espejos para evitar verse
Ya, casi te arranqué
Pero mi corazón no me obedeció
Y tú no te vas
Dices que todo es tuyo
Para que me acostumbre
Dale a quien le dolió
Escrita por: Claudemir / Tiago Alexandre