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Exilio

Grupo Engenho

Exílio

Peço pela indecência dos jovens
Retirantes ou perdidos
Cor sem cor, pela inocência dos pobres
De coração, não de lama, nem de fé, nem de fé

Protesto o vento do nordeste
Venha preste ou não preste
Goela seca sertaneja
Calejada de mentiras,
Pra si mesmo, pra si mesmo, ah!

Corro o risco de perder
Ganhando a ignorância
Independência ou morte
Só fica aquele que é forte
Mas porque não dizer dessa saudade
Infinita cor de azul

De los pueblos
De lãs montañas
És América do sul

Exilio

Pido por la indecencia de los jóvenes
Migrantes o perdidos
Color sin color, por la inocencia de los pobres
De corazón, no de barro, ni de fe, ni de fe

Protesto el viento del noreste
Venga rápido o no venga
Garganta seca del sertão
Curtida de mentiras,
Para sí mismo, para sí mismo, ¡ah!

Corro el riesgo de perder
ganando la ignorancia
Independencia o muerte
Sólo queda aquel que es fuerte
Pero ¿por qué no hablar de esta añoranza
Infinito color azul

De los pueblos
De las montañas
Eres América del sur

Escrita por: Cristaldo