Exílio
Peço pela indecência dos jovens
Retirantes ou perdidos
Cor sem cor, pela inocência dos pobres
De coração, não de lama, nem de fé, nem de fé
Protesto o vento do nordeste
Venha preste ou não preste
Goela seca sertaneja
Calejada de mentiras,
Pra si mesmo, pra si mesmo, ah!
Corro o risco de perder
Ganhando a ignorância
Independência ou morte
Só fica aquele que é forte
Mas porque não dizer dessa saudade
Infinita cor de azul
De los pueblos
De lãs montañas
És América do sul
Exilio
Pido por la indecencia de los jóvenes
Migrantes o perdidos
Color sin color, por la inocencia de los pobres
De corazón, no de barro, ni de fe, ni de fe
Protesto el viento del noreste
Venga rápido o no venga
Garganta seca del sertão
Curtida de mentiras,
Para sí mismo, para sí mismo, ¡ah!
Corro el riesgo de perder
ganando la ignorancia
Independencia o muerte
Sólo queda aquel que es fuerte
Pero ¿por qué no hablar de esta añoranza
Infinito color azul
De los pueblos
De las montañas
Eres América del sur