Número Restrito
Já é de manhã
Depois de uma noite de amor
Escuto o barulho no chuveiro
Seu telefone a tocar
Número restrito
Atendo e a pessoa, não responde
Digo alô mais uma vez
Pensando que talvez, não tivesse ouvido
Mas na verdade, era um outro alguém
Que fez naquele instante
Eu me sentir, um ninguém
Você saí do banho, de cabelo molhado
E um sorriso no rosto, dizendo que me ama
Você saí do banho, de cabelo molhado
E um sorriso no rosto, vem dizendo que me ama
Mas o número restrito, da lembrança não sai
Não, não, não, não sai
Mas na verdade, era um outro alguém
Que fez naquele instante
Eu me sentir, um ninguém
Você saí do banho, de cabelo molhado
E um sorriso no rosto, dizendo que me ama
Você saí do banho, de cabelo molhado
E um sorriso no rosto, vem dizendo que me ama
Mas o numero restrito, da lembrança não sai
Da lembrança não sai
Não, não, não, não sai
Número Restringido
Ya es de mañana
Después de una noche de amor
Escucho el ruido en la ducha
Tu teléfono sonando
Número restringido
Contesto y la persona no responde
Digo aló una vez más
Pensando que tal vez no escuchó
Pero en realidad, era alguien más
Que en ese instante
Me hizo sentir, un nadie
Tú sales de la ducha, con el cabello mojado
Y una sonrisa en el rostro, diciendo que me amas
Tú sales de la ducha, con el cabello mojado
Y una sonrisa en el rostro, vienes diciendo que me amas
Pero el número restringido, de la memoria no se va
No, no, no, no se va
Pero en realidad, era alguien más
Que en ese instante
Me hizo sentir, un nadie
Tú sales de la ducha, con el cabello mojado
Y una sonrisa en el rostro, diciendo que me amas
Tú sales de la ducha, con el cabello mojado
Y una sonrisa en el rostro, vienes diciendo que me amas
Pero el número restringido, de la memoria no se va
De la memoria no se va
No, no, no, no se va
Escrita por: Cheirosão, Fabio Shulk