Ruas de cristal
Quando eu penso nas pessoas que eu amo
E que muitas delas não caminham mais,
Pelas ruas de nossa cidade,
Nem habitam mais em nossas casas
E nem ouvem mais o nosso canto,
Mas residem, para sempre, em nossa saudade...
Quando penso... Tantas mãos que hoje faltam,
Tantos risos apagados...
(Que) é em vão guardar pedaços de recordações.
Eu me agarro à esperança de nos vermos,
Caminhando pelas ruas de cristal,
Na cidade eterna, onde não haverá adeus.
Calles de cristal
Cuando pienso en las personas que amo
Y que muchas de ellas ya no caminan más,
Por las calles de nuestra ciudad,
Ni habitan más en nuestras casas
Y ya no escuchan nuestro canto,
Pero residen, por siempre, en nuestra nostalgia...
Cuando pienso... Tantas manos que hoy faltan,
Tantas risas apagadas...
(Que) es en vano guardar pedazos de recuerdos.
Me aferro a la esperanza de vernos,
Caminando por las calles de cristal,
En la ciudad eterna, donde no habrá despedidas.
Escrita por: Ednelson Da Silva