Na Estrada da Saudade
Sentindo saudade da vida passada
Eu peguei a estrada da minha lembrança
E fui ver de novo na imaginação
As coisas do chão onde fui criança
Revi os meus velhos com muito carinho
E os meus amiguinhos do tempo da escola
Da caça da pesca e das brincadeiras
E as tardes inteiras só jogando bola
Eu vou pela vida, contando a idade
Com está saudade a me acompanhar
Então pouco importa o meu endereço
Eu nunca esqueço lá do meu lugar
De olhos fechados eu fui viajando
E revisitando o meu mundo perdido
Meu chão abençoado, meu berço inocente
Pra sempre ausente, jamais esquecido
Na simplicidade daquela vidinha
A namoradinha, meu primeiro amor
Doce sentimento, puro e verdadeiro
Amor com cheiro de mato e de flor
Eu vou pela vida, contando a idade
Com está saudade a me acompanhar
Então pouco importa o meu endereço
Eu nunca esqueço lá do meu lugar
Sentindo saudade da vida passada
Eu peguei a estrada da minha lembrança
E fui ver de novo na imaginação
As coisas do chão onde fui criança
De olhos fechados eu fui viajando
E revisitando o meu mundo perdido
Meu chão abençoado, meu berço inocente
Pra sempre ausente, jamais esquecido
Eu vou pela vida, contando a idade
Com está saudade a me acompanhar
Então pouco importa o meu endereço
Eu nunca esqueço lá do meu lugar
En el Camino de la Nostalgia
Extrañando la vida pasada
Tomé el camino de mis recuerdos
Y volví a ver en mi imaginación
Las cosas del suelo donde fui niño
Reencontré a mis viejos con mucho cariño
Y a mis amiguitos de la época escolar
De cazar, pescar y jugar
Y las tardes enteras solo jugando fútbol
Voy por la vida, contando los años
Con esta nostalgia que me acompaña
Entonces poco importa mi dirección
Nunca olvido de dónde vengo
Con los ojos cerrados viajé
Y reviví mi mundo perdido
Mi suelo bendito, mi cuna inocente
Para siempre ausente, jamás olvidado
En la sencillez de esa vidita
La novia, mi primer amor
Dulce sentimiento, puro y verdadero
Amor con olor a campo y flor
Voy por la vida, contando los años
Con esta nostalgia que me acompaña
Entonces poco importa mi dirección
Nunca olvido de dónde vengo
Extrañando la vida pasada
Tomé el camino de mis recuerdos
Y volví a ver en mi imaginación
Las cosas del suelo donde fui niño
Con los ojos cerrados viajé
Y reviví mi mundo perdido
Mi suelo bendito, mi cuna inocente
Para siempre ausente, jamás olvidado
Voy por la vida, contando los años
Con esta nostalgia que me acompaña
Entonces poco importa mi dirección
Nunca olvido de dónde vengo