Gritos de Liberdade
Minuano tironeando a venta dos tauras
Relincho de baguais, faíscas ao vento
O brado terrunho do punho farrapo
Num bate cascos medonho ao relento
Peleando em favor da pampa
A pilcha sovada em tiras
Marcando fronteiras provou lealdade
Livrando os trastes da campa
Na ventania rusguenta
Pranchando adaga a gritos de liberdade
Vento, cavalo, peão
Marcas de cascos no chão
Fronteiras em marcação
Nosso ideal, meu rincão
Em noites que o minuano assusta os cavalos
Escuto o tropel dos centauros posteiros
Almas charruas cavalgam coxilhas
Guardando as fronteiras do sul brasileiro
Peleando em favor da pampa
A pilcha sovada em tiras
Marcando fronteiras provou lealdade
Livrando os trastes da campa
Na ventania rusguenta
Pranchando adaga a gritos de liberdade
Vento, cavalo, peão
Marcas de cascos no chão
Fronteiras em marcação
Nosso ideal, meu rincão
Vento, cavalo, peão
Marcas de cascos no chão
Fronteiras em marcação
Nosso ideal, meu rincão
Shouts of Freedom
Minuano pulling at the reins of the cattle
Neighing of wild horses, sparks in the wind
The shout of the land from a ragged fist
In a terrifying hoofbeat out in the open
Fighting for the plains
The worn-out gear in tatters
Marking borders proved loyalty
Freeing the junk from the grave
In the gusty wind
Sharpening daggers with shouts of freedom
Wind, horse, cowboy
Hoofprints on the ground
Borders being marked
Our ideal, my homeland
On nights when the minuano scares the horses
I hear the stampede of the centaur riders
Charrua souls ride the hills
Guarding the borders of southern Brazil
Fighting for the plains
The worn-out gear in tatters
Marking borders proved loyalty
Freeing the junk from the grave
In the gusty wind
Sharpening daggers with shouts of freedom
Wind, horse, cowboy
Hoofprints on the ground
Borders being marked
Our ideal, my homeland
Wind, horse, cowboy
Hoofprints on the ground
Borders being marked
Our ideal, my homeland
Escrita por: Régis Marques