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Bugio Faceiro

Grupo Rodeio

É sábado à tarde, que tarde serena
Aparo a melena, me lavo e me ajeito
Empresto pro peito um mar de esperança
A carcaça descansa da lida pesada
E a cabeça danada campeia uma dança
A carcaça descansa da lida pesada
E a cabeça danada campeia uma dança

O tranco do baio é largo e macio
Parece que viu uma morena trigueira
Que levanta poeira marcado o bugio
Que levanta poeira marcado o bugio
Que levanta poeira marcado o bugio
Que levanta poeira marcado o bugio

Eu abraço a noite bailando em seus braços
Até sinto o passo da perna macia
A sala é vazia pra nós dois dançando
E a gaita tocando em segunda e primeira
Leva a noite inteira sempre resmungando
E a gaita tocando em segunda e primeira
Leva a noite inteira sempre resmungando

No toque da gaita a noite dormiu
E o dia fugiu com a morena trigueira
Que levanta poeira marcado o bugio
Que levanta poeira marcado o bugio
Que levanta poeira marcado o bugio
Que levanta poeira marcado o bugio

Eu abraço a noite bailando em seus braços
Até sinto o passo da perna macia
A sala é vazia pra nós dois dançando
E a gaita tocando em segunda e primeira
Leva a noite inteira sempre resmungando
E a gaita tocando em segunda e primeira
Leva a noite inteira sempre resmungando

No toque da gaita a noite dormiu
E o dia fugiu com a morena trigueira
Que levanta poeira marcado o bugio
Que levanta poeira marcado o bugio
Que levanta poeira marcado o bugio
Que levanta poeira marcado o bugio

Escrita por: Mário Barros, Délvio Oviedo, Gregório Bonilha