Quem sabe no sonhar, gaúcho apero, peçuelos viejos
Com a pilcha gaúcha refrechando a terra, cismas de guerra
Mal sabe quão doída, tão sofrida, nossa vida galponeira
Pois cruzemo o portal do velho mundo num segundo
Eu trago documentos dessa história
Pranchaços, cicatrizes na memória
Por sangrar meu chimarrão
Peleei por igualdade, humanidade
Por plata não se troca liberdade
Vendo sangue pelo chão
Brilhante, brilhante foi a luz da gauchada
De vida campechana e abagualada
Sem fez setembro sem vergar os feudais
Brilhante, a tropa mais brilhante foi sulina
De luz dos campos, a bênção divina
E um setembro brilhante de ancestrais
Eu trago documentos dessa história
Pranchaços, cicatrizes na memória
Por sangrar meu chimarrão
Peleei por igualdade, humanidade
Por plata não se troca liberdade
Vendo sangue pelo chão
Brilhante, brilhante foi a luz da gauchada
De vida campechana e abagualada
Sem fez setembro sem vergar os feudais
Brilhante, a tropa mais brilhante foi sulina
De luz dos campos, a bênção divina
E um setembro brilhante de ancestrais
E um setembro brilhante de ancestrais
E um setembro brilhante de ancestrais