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Irónica

Gruvie

Irônica

Indecente como as várias faces da mente
Ainda sou aquele velho menino inocente
Me perguntar aonde vou estar
É querer achar onde deságua o mar
Aos olhos de anjos divinos eu cansei
De cavar e encontrar crânios bovinos
Cansei mas eu achei
E nunca sei

(refrão)
Bem vindo ela me fala, ao meu conto de fadas
Mas ela é tão irônica
De perto ela se cala, diz não pensar em nada
Mas ela é tão irônica

Sou um equilibrista de tantos palcos escuros
Que só não sabe andar sobre muros
Vendo os olhos pra enganar o medo
Enquanto corro na ponta dos dedos
Em meios a galhos e espinhos eu cansei
De lutar contra tudo que acredito
Cansei mas eu lutei
E agora eu sei

(refrão)

Irónica

Indecente como las múltiples caras de la mente
Sigo siendo aquel viejo niño inocente
Preguntarme dónde estaré
Es querer encontrar dónde desemboca el mar
A los ojos de ángeles divinos me cansé
De cavar y encontrar cráneos bovinos
Me cansé pero encontré
Y nunca sé

(coro)
Bienvenida, ella me habla, a mi cuento de hadas
Pero ella es tan irónica
De cerca ella se calla, dice no pensar en nada
Pero ella es tan irónica

Soy un equilibrista de tantos escenarios oscuros
Que simplemente no sabe caminar sobre muros
Viendo los ojos para engañar al miedo
Mientras corro en la punta de los dedos
En medio de ramas y espinas me cansé
De luchar contra todo en lo que creo
Me cansé pero luché
Y ahora sé

(coro)

Escrita por: Bruno Lanza