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Paralelo Al Espejo

Guga Borba

Paralelo Ao Espelho

Corre o vento lento pelo campo
Cai a chuva nua no meu pranto
Chega noite logo é madrugada
Logo eu te procuro no meio do nada

Paralelo ao espelho eu te vejo aqui
Num compasso lunático perto daqui
Paralelo ao espelho alguém me vê
As vezes sou eu outras vezes você
As vezes sou eu
Outras vezes você

Chega o dia como no começo
Vai a paz que sempre te ofereço
Chega a lua nova que te eleva
Logo eu te pergunto por que não me leva

Paralelo ao espelho eu te vejo aqui
Num compasso lunático perto daqui
Paralelo ao espelho alguém me ve
As vezes sou eu outras vezes você
As vezes sou eu
Outras vezes você

Quando vai se atirar?
Quando vai se atirar?
Pro lado de cá

Paralelo Al Espejo

Corre el viento lento por el campo
Caen las lluvias desnudas en mi llanto
Llega la noche y pronto es madrugada
Pronto te busco en medio de la nada

Paralelo al espejo te veo aquí
En un compás lunático cerca de aquí
Paralelo al espejo alguien me ve
A veces soy yo, otras veces tú
A veces soy yo
Otras veces tú

Llega el día como al principio
Se va la paz que siempre te ofrezco
Llega la luna nueva que te eleva
Pronto te pregunto por qué no me llevas

Paralelo al espejo te veo aquí
En un compás lunático cerca de aquí
Paralelo al espejo alguien me ve
A veces soy yo, otras veces tú
A veces soy yo
Otras veces tú

¿Cuándo te vas a lanzar?
¿Cuándo te vas a lanzar?
Al lado de acá

Escrita por: Guga Borba