Coração Paulista
(Coração paulista)
(coração paulista)
Eu amo você paranóica
seus olhos vidrados e duros
me fazem sofrer (coração paulista)
Eu nego você paranóica
da boca pra fora,
no sangue eu não sei lhe esquecer
(coração paulista)
De dia você paranóica
é uma abelha assassina
em busca de mel e poder
(coração paulista)
De noite você paranóica
persegue o meu sono
onde quer que eu procure me esconder
(coração paulista)
Oh, baby, o que é que me prende a você?
Oh, baby, o que é que me prende a você?
(coração paulista)
(coração paulista)
Eu vejo você paranóica
mais branca que a luz de mercúrio
a resplandecer (coração paulista)
eu sinto você paranóica
no fundo de um túnel, num pátio de trens
a correr (coração paulista)
Escuto você paranóica
gritando no meio de um tráfego
de enlouquecer (coração paulista)
Respiro você paranóica
por todos os poros, seu veneno no ar
me faz viver (coração paulista)
Oh, baby, o que é que me prende a você?
Oh, baby, o que é que me prende a você?
Corazón de São Paulo
(corazón de São Paulo)
(corazón de São Paulo)
Te quiero paranoico
tus ojos glaseados y duros
hacerme sufrir (corazón de São Paulo)
Te niego paranoico
de la boca
en la sangre no sé cómo olvidarte
(corazón de São Paulo)
En el día que paranoico
es una abeja asesina
en busca de miel y poder
(corazón de São Paulo)
Por la noche, paranoico
persigue mi sueño
Donde quiera que trate de esconderme
(corazón de São Paulo)
Cariño, ¿qué me une a ti?
Cariño, ¿qué me une a ti?
(corazón de São Paulo)
(corazón de São Paulo)
Te veo paranoico
más blanca que la luz de mercurio
brillar (corazón de São Paulo)
Te siento paranoico
en el fondo de un túnel, en un patio de trenes
correr (corazón de São Paulo)
Te oigo paranoico
gritando en medio de un tráfico
de volverse loco (corazón de São Paulo)
Te respiro paranoico
a través de todos los poros, su veneno en el aire
me hace vivir (corazón de São Paulo)
Cariño, ¿qué me une a ti?
Cariño, ¿qué me une a ti?
Escrita por: Guilherme Arantes