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Yo

Guilherme Azevedo

Eu

Eu

Eu não me acostumei a cantar sempre sozinho.
Eu sei que nunca sei o que eu realmente quero.
Por estar só, me apeguei cada vez mais ao que você me falava.
Por estar só, precisei cada vez mais da sua voz me elogiando.
Vou amadurecer, ensinar e aprender, mas não vou esquecer nada.
Eu sinto falta de você, tenho medo de não ser como você esperava.
Ninguém sofreu, ninguém morreu, ninguém é meu a não ser eu.
Ninguém falou, ninguém olhou, ninguém me amou, nem mesmo eu...
Por estar só, procurei cada vez mais elo que não existia.
E por estar só, dependi cada vez mais da minha própria fantasia, pois ninguém sofreu,
Ninguém morreu, ninguém é meu a não ser eu.
É que ninguém falou, ninguém me amou, ninguém chorou,
Nem mesmo eu.
Nem mesmo eu.

Yo

Yo

No me acostumbro a cantar siempre solo.
Sé que nunca sé lo que realmente quiero.
Estar solo me hizo aferrarme cada vez más a lo que me decías.
Estar solo me hizo necesitar cada vez más tu voz elogiándome.
Voy a madurar, enseñar y aprender, pero no olvidaré nada.
Te extraño, tengo miedo de no ser como esperabas.
Nadie sufrió, nadie murió, nadie es mío excepto yo.
Nadie habló, nadie miró, nadie me amó, ni siquiera yo...
Estar solo me hizo buscar cada vez más un lazo que no existía.
Y por estar solo, dependí cada vez más de mi propia fantasía, porque nadie sufrió,
Nadie murió, nadie es mío excepto yo.
Es que nadie habló, nadie me amó, nadie lloró,
Ni siquiera yo.
Ni siquiera yo.

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