Sexsura
Não lembro de quando percebi
Tantas vezes me adequei
Se bem que nem sempre tentei
As regras estão postas aí
Já não passam pela goela, entupi
Não tem essa de ser alternado
Se rolar tem que estar apropriado
Na real, vou ter que tomar
Chá de camomila, suco de maracujá
Não posso
Não posso
Não posso
Não posso
Que o órgão está censurado
Quando for passar por fendas
Lembre-se: Pelo meio, não por cima
Podem errar o caminho, mas a mira
São todos os olhos apenas
Eles estão envoltos por vendas
Sei que gera cegueira, desconforto
Necessita de um certo esforço
Na real, vou ter que tomar
Chá de camomila, suco de maracujá
Aqui não vai faltar vontade
Isso meu corpo todo já sabe
Mesmo se estiver morto
Não posso
Não posso
Não posso
Não posso
Não posso
Não posso
Não posso
Não posso
Sexsura
No recuerdo cuándo me di cuenta
Tantas veces me adapté
Aunque no siempre lo intenté
Las reglas están ahí establecidas
Ya no pasan por la garganta, me atraganté
No hay opción de ser alternativo
Si sucede, tiene que ser adecuado
En realidad, tendré que tomar
Té de manzanilla, jugo de maracuyá
No puedo
No puedo
No puedo
No puedo
Mi órgano está censurado
Cuando pases por grietas
Recuerda: Por en medio, no por encima
Pueden perderse en el camino, pero la mira
Son solo ojos
Están vendados
Sé que genera ceguera, malestar
Requiere cierto esfuerzo
En realidad, tendré que tomar
Té de manzanilla, jugo de maracuyá
Aquí no faltará la voluntad
Mi cuerpo ya lo sabe todo
Incluso si está muerto
No puedo
No puedo
No puedo
No puedo
No puedo
No puedo
No puedo
No puedo