ALFA
Começou, pacífico senhor que me chamou
Começou, dois ganchos em minhas costas pendurou
Começou, gemidos inaudíveis e carícias assombrosas
Caricaturas líricas do espinho sem a rosa
Soldado amedrontado evacuou
Pacífico senhor que me chamou
Começou
Começou
A nuvem que no céu anunciou
Começou
Carcaça de um abutre que voou
Começou
A eclipse das dores mal vividas no momento
O choro de uma noite se expandiu como fermento
A tirania o justo expulsou
A nuvem que no céu anunciou
Começou
Hoje não perca tempo em ter as vestes brancas
Hoje seremos manchas que o mundo arranca
Hoje é tudo ilusório e viciante
A pressa cobrará o nosso pobre instante
A luz deste demônio já não é brilhante
São mágoas amarradas com barbantes finos
A espera de um corte que nos tornem vivos
ALFA
Comenzó, pacífico señor que me llamó
Comenzó, dos ganchos en mi espalda colgó
Comenzó, gemidos inaudibles y caricias asombrosas
Caricaturas líricas de la espina sin la rosa
Soldado asustado evacuó
Pacífico señor que me llamó
Comenzó
Comenzó
La nube que en el cielo anunció
Comenzó
Carroña de un buitre que voló
Comenzó
El eclipse de los dolores mal vividos en el momento
El llanto de una noche se expandió como fermento
La tiranía al justo expulsó
La nube que en el cielo anunció
Comenzó
Hoy no pierdas tiempo en tener las vestiduras blancas
Hoy seremos manchas que el mundo arranca
Hoy todo es ilusorio y adictivo
La prisa cobrará nuestro pobre instante
La luz de este demonio ya no es brillante
Son penas atadas con finos hilos
Esperando un corte que nos haga vivir
Escrita por: Gustavo Barrinovo