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Avalancha

Gustavo Lices

Avalanche

Faz tempo que não vejo você
E não quero mais, e não quero mais

Faz meses que mudei tão longe
Mantendo em mente o que ainda me confunde

Enquanto me assombra
Enquanto me assombra

Meus sonhos você julga ser bonito
Mas, no fundo, eu sei que eu não passo desse labirinto
Eu tento me curar em todo instante
Paredes se movem, me cobrem como avalanche

Enquanto me assombra
Enquanto me assombra

Mas eu estou cansado
E eu só preciso me apagar
Às vezes embaça, sabe? Mas eu penso em nós

E não quero mais
E não quero mais

Eu a vejo enquanto durmo
Eu teimo em pensar, mas eu juro
Eu nunca consigo não me machucar sem você

Meus sonhos você julga ser bonito
Mas, no fundo, eu sei que eu não passo desse labirinto
Eu tento me curar em todo instante
Paredes se movem, me cobrem como avalanche

Como avalanche
Como avalanche

Enquanto me assombra
Enquanto me assombra

Avalancha

Hace tiempo que no te veo
Y ya no quiero más, y ya no quiero más

Hace meses que me alejé tanto
Manteniendo en mente lo que aún me confunde

Mientras me atormenta
Mientras me atormenta

Mis sueños crees que son bonitos
Pero, en el fondo, sé que no salgo de este laberinto
Intento curarme en cada instante
Paredes se mueven, me cubren como avalancha

Mientras me atormenta
Mientras me atormenta

Pero estoy cansado
Y solo necesito apagarme
A veces se nubla, ¿sabes? Pero pienso en nosotros

Y ya no quiero más
Y ya no quiero más

Te veo mientras duermo
Insisto en pensar, pero juro
Nunca puedo evitar lastimarme sin ti

Mis sueños crees que son bonitos
Pero, en el fondo, sé que no salgo de este laberinto
Intento curarme en cada instante
Paredes se mueven, me cubren como avalancha

Como avalancha
Como avalancha

Mientras me atormenta
Mientras me atormenta

Escrita por: Gustavo Lices