Incêndio Dos Tempos (feat. Uassyr de Siqueira)
Intrincada arquitetura amorosa
Pelo crescimento de nossos filhos!
Pelo crescimento de nossos filhos!
Cristais de cemitério!
Cristais de cemitério!
Eles não são nossos deuses
Eles não são nossos deuses
Em tapetes ninfas vos invocarão!
Intrincada arquitetura amorosa
Pelo crescimento de nossos filhos!
Pelo crescimento de nossos filhos!
Cristais de cemitério!
Cristais de cemitério!
Pelo crescimento de nossos filhos!
Cristais de cemitério! Cristais de cemitério! Cristais de cemitério!
Eles não são pessoas
Eles não são nossos deuses
Ficou na mesa
Fugaz demissão dos anjos na teoria
Centelhas de brasa abduzidas à noite
Como purpurina crispavam a lua minha tia
Dinossauros em fogueiras carnavalescas
Apreciam fagulhas neste carimbo prateado
Com os relógios vencidos ao nosso lado
Aguardamos o último alarme desalmado
Mas documentos cortam novos funcionários
Não bastam os corpos fechados dos mandarins
Missas que conjuravam utopias no Cretáceo
Não evitaram a morte de um amor sem fim
Reis momos à base de soja
Como loucos assinavam atas
Não sabem se suportarão notas
Selvagem cartório de rimas insensatas
O tempo ficou à mesa
Fora do incêndio, sem contexto
Sem surpresa, nem beleza
Abandonado neste último dos meus textos
Incendio de los Tiempos (feat. Uassyr de Siqueira)
Intrincada arquitectura amorosa
¡Por el crecimiento de nuestros hijos!
¡Por el crecimiento de nuestros hijos!
¡Cristales de cementerio!
¡Cristales de cementerio!
Ellos no son nuestros dioses
Ellos no son nuestros dioses
¡En alfombras ninfas os invocarán!
Intrincada arquitectura amorosa
¡Por el crecimiento de nuestros hijos!
¡Por el crecimiento de nuestros hijos!
¡Cristales de cementerio!
¡Cristales de cementerio!
¡Por el crecimiento de nuestros hijos!
¡Cristales de cementerio! ¡Cristales de cementerio! ¡Cristales de cementerio!
Ellos no son personas
Ellos no son nuestros dioses
Quedó en la mesa
Fugaz dimisión de los ángeles en teoría
Chispas de brasas abducidas en la noche
Como purpurina crujían la luna mi tía
Dinosaurios en fogatas carnavalescas
Disfrutan chispas en este sello plateado
Con los relojes vencidos a nuestro lado
Esperamos la última alarma desalmada
Pero documentos cortan nuevos empleados
No bastan los cuerpos cerrados de los mandarines
Misas que conjuraban utopías en el Cretácico
No evitaron la muerte de un amor sin fin
Reyes momos a base de soja
Como locos firmaban actas
No saben si soportarán notas
Salvaje registro de rimas insensatas
El tiempo quedó en la mesa
Fuera del incendio, sin contexto
Sin sorpresa, ni belleza
Abandonado en este último de mis textos