Tombo do amor
Oh amor de minha vida, por onde anda você
Já tentei de todo jeito, não consigo te esquecer
A saudade me abraça, dá uma depressão danada
As lembranças sempre vem, quando é de madrugada
A saudade me aperta, feito um nó de gravata
Todo dia eu tô pior, será que "ocê" não tem dó
Desse jeito "ocê" me mata
Tô querendo seu carinho, preciso do seu agrado
Se você não voltar pra mim, eu vou morrer apaixonado
Tô sofrendo noite e dia, durmo no banco da praça
Eu era um homem respeitado, hoje eu vivo embriagado
Derramado na cachaça
Nunca encontrei touro bravo, que me tirasse do lombo
Mas em assuntos de amor, eu já levei vários tombos
Caída del amor
Oh amor de mi vida, ¿dónde estás?
He intentado de todas las formas, no puedo olvidarte
La nostalgia me abraza, me da una tristeza tremenda
Los recuerdos siempre vienen, cuando es de madrugada
La nostalgia me aprieta, como un nudo de corbata
Cada día estoy peor, ¿no tienes compasión?
De esta manera me estás matando
Quiero tu cariño, necesito tu afecto
Si no regresas a mí, moriré enamorado
Estoy sufriendo noche y día, duermo en el banco de la plaza
Solía ser un hombre respetado, ahora vivo embriagado
Derramado en la cachaça
Nunca encontré un toro bravo, que me sacara del lomo
Pero en asuntos de amor, he sufrido varias caídas
Escrita por: Jorge Moisés