Águas passadas
Nunca banhamos no mesmo rio,
Nunca respiramos o mesmo ar,
Jamais senti de novo aquela força,
Que quis me libertar.
Por mais que eu espere,
Nem que o destino me revele,
Nada vai parar.
Tempestade em um copo d'água,
Pedras desmanchadas pelo mar.
Tudo é evidente,
Mas vale a pena tentar mudar.
Tento agora não me abalar,
E quando a tempestade ir ao fim,
Dou a volta ao mundo pra me encontrar,
Dou a volta ao mundo pra te encontrar.
Aguas aprobado
Nunca se baña en el mismo río,
Nunca respiramos el mismo aire,
Nunca sentí que una nueva fuerza,
Que me libre.
Por mucho que me espera,
De no revelar mi destino,
Nada va a detener.
Tempestad en un vaso
Rocas cortadas por el mar.
Es evidente,
Pero vale la pena tratar de cambiar.
Ahora trato de no dejarme abajo,
Y cuando la tormenta se va a acabar,
Me paseo por el mundo para mí encontrar,
Me paseo por el mundo para encontrar.
Escrita por: Leonardo Menezes Branquinho