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El Diario de Sofía

Hágora

O Diário de Sophia

Olhar pra você e não te enxergar
Se ligo a tv é pra pra difarçar
Sempre a correr pra nenhum lugar
Nos versos que escreve a disabafar

Se rende ao céu tentando encontrar
Estrelas que vão te fazer sonhar
Seus olhos cansados querem esconder
Aquela menina que vive em em você

Se eu pudesse ir pra longe daqui
E contigo viver o que não vivi
Daquele amor que você deixou
Esquecido nas lágrimas que chorou

E nada mais é igual ao que foi
Suas velhas histórias não te alegram mais
Todos mudaram ao seu redor
E se transformaram em algo muito pior

Frias madrugadas vêm levar o que ficou
Lágrimas geladas vão molhar o que restou de mim
E mesmo assim

Continuo num inferno que não quer passar
Com seus sonhos rabiscados e amassados no sofá
E eu fico assim

El Diario de Sofía

Mirarte y no verte
Si enciendo la televisión es para disimular
Siempre corriendo a ningún lugar
En los versos que escribes para desahogarte

Te rindes al cielo intentando encontrar
Estrellas que te harán soñar
Tus ojos cansados quieren esconder
Esa niña que vive en ti

Si pudiera ir lejos de aquí
Y vivir contigo lo que no viví
De ese amor que dejaste
Olvidado en las lágrimas que lloraste

Y nada es igual a como era
Tus viejas historias ya no te alegran
Todos cambiaron a tu alrededor
Y se convirtieron en algo mucho peor

Frías madrugadas vienen a llevar lo que quedó
Lágrimas heladas van a mojar lo que quedó de mí
Y aún así

Sigo en un infierno que no quiere pasar
Con tus sueños garabateados y arrugados en el sofá
Y así me quedo

Escrita por: Bruno Gregório