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Sol de Novembro

Halleck

A história se repete viciosamente
O ódio consome a clareza da mente

Sob o Sol de novembro
Sob o Sol, nada diferente

As razões são tão rasas, paranoia crescente

Os trejeitos já foram adotados
Os discursos já foram decorados
Egos se disfarçam de ideais
A violência e a guerra, de instrumentos de paz

É preciso abrir caminho no escuro
Nesse escuro tão denso e pesado
É preciso ter alguma fé no futuro
Mas esse futuro já chegou passado

Escrita por: Thiago Halleck