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No sé

Hangar XVIII

Não Sei

Afogado em seus cabelos
E nas suas curvas me perco
Eu já não sei qual meu destino
Sei que parece um pesadelo
Eu a vejo e não a tenho
Mas não perco essa minha esperança.

Meus olhos não te enxergam mais
Uma miragem num deserto meu sem paz, por isso

Não sei, não sei
Não sei, aonde vou parar
Não sei, não sei
Não sei, aonde te encontrar
Não sei, não sei
Não sei, aonde vou parar
Não sei, não sei.

Afogado em seus cabelos
E nas suas curvas me perco
Eu já não sei viver sozinho
Sei que parece um pesadelo
Eu a vejo e não a tenho
Mas não perco toda minha esperança.

No sé

Ahogado en tus cabellos
Y en tus curvas me pierdo
Ya no sé cuál es mi destino
Sé que parece una pesadilla
Te veo y no te tengo
Pero no pierdo mi esperanza.

Mis ojos ya no te ven
Una ilusión en mi desierto sin paz, por eso

No sé, no sé
No sé, a dónde voy a parar
No sé, no sé
No sé, dónde encontrarte
No sé, no sé
No sé, a dónde voy a parar
No sé, no sé.

Ahogado en tus cabellos
Y en tus curvas me pierdo
Ya no sé cómo vivir solo
Sé que parece una pesadilla
Te veo y no te tengo
Pero no pierdo toda mi esperanza.

Escrita por: Monkey Producoes, Everson Pereira Martins, Hermes Adriano Drechsel, Dodi