Não Guardo Saudade À Vida
Trago a saudade esquecida
Guardada em versos passados
Quase morta, adormecida
Na rua dos meus pecados
Agora canto á coragem
De ser eu, razão de ser
Como um rio que não tem margem
Mas não pára de correr
Canto as estrelas e o mar
Canto o sol que aquece a dôr
E é num leve respirar
Que não me esqueço o amor
Agora já está esquecida
Esta saudade de amar
Não guardo saudade á vida
Que me obrigou a cantar
No Guardo Nostalgia a la Vida
Traigo la nostalgia olvidada
Guardada en versos pasados
Casi muerta, adormecida
En la calle de mis pecados
Ahora canto a la valentía
De ser yo, razón de ser
Como un río que no tiene orilla
Pero no deja de correr
Canto a las estrellas y al mar
Canto al sol que calienta el dolor
Y es en un leve respirar
Que no olvido el amor
Ahora ya está olvidada
Esta nostalgia de amar
No guardo nostalgia a la vida
Que me obligó a cantar
Escrita por: Helder Moutinho / Jaime Santos