Próxima Estação
Eu não sei amar de novo
Hoje tenho medo de me entregar porque
Amei demais
Amei demais
Que não sei
Esse caminhar sozinho
Um conforto meu silêncio me traz paz porque
Andei demais
Andei demais
Pra ver
Aquilo que eu achava estar tão longe
Paralisou meu mundo eu vi que tudo estava aqui
Eu achava muito louco
Ficção 2 corpos que se amam juntos não estar
Ao menos luta
Menos lutar
Pra que?
A distância frágil sopro
Torna vento e se dissipa no olhar sem ver
E se desfaz
E se desfaz
De vez
Começo e fim se igualam em desconforto
O vai e vem da vida todo dia a se perder
Como numa estação
Logo chega o novo trem
Desce e leva o coração
Parte e deixa um novo alguém
Next Station
No sé amar de nuevo
Hoy tengo miedo de entregarme porque
Amé demasiado
Amé demasiado
Que no sé
Este caminar solo
Un consuelo mi silencio me trae paz porque
Caminé demasiado
Caminé demasiado
Para ver
Aquello que creía estar tan lejos
Paralizó mi mundo, vi que todo estaba aquí
Pensaba que era muy loco
Ficción, dos cuerpos que se aman juntos no estar
Al menos lucha
Menos luchar
¿Para qué?
La distancia frágil soplo
Se convierte en viento y se disipa en la mirada sin ver
Y se deshace
Y se deshace
De una vez
Comienzo y fin se igualan en incomodidad
El vaivén de la vida, cada día a perderse
Como en una estación
Pronto llega el nuevo tren
Baja y lleva el corazón
Parte y deja a alguien nuevo