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Sertão

Henrique Silvestre

Sertão

Oh sertão
Saudade do tempo que foi
Da minha infância querida, do velho carro de boi

São lembranças, que atormentam, não me deixam trabalhar
Aqui neste edifício, tudo é tão difícil de se conquistar
Oh sertão
Saudade do tempo que foi
Da minha infância querida, do velho carro de boi

Hoje estou, na cidade
Pedreiro por profissão
Deixei a felicidade
Por causa de uma ilusão
Oh sertão
Saudade do tempo que foi
Da minha infância querida, do velho carro de boi

Lá na roça, eu vivia, com muita disposição
Meu patrão era o sol
E o cabo da enxada minha profissão
Oh sertão
Saudade do tempo que foi
Da minha infância querida, do velho carro de boi

Já hora, vou pra casa
Amanhã, torno a voltar
Aqui neste edifico, onde a saudade vive a atormentar
Oh sertão
Saudade do tempo que foi
Da minha infância querida, do velho carro de boi

Sertão

Oh sertão
Nostalgia del tiempo que pasó
De mi infancia querida, del viejo carro de bueyes

Son recuerdos que atormentan, no me dejan trabajar
Aquí en este edificio, todo es tan difícil de conquistar
Oh sertão
Nostalgia del tiempo que pasó
De mi infancia querida, del viejo carro de bueyes

Hoy estoy en la ciudad
Albañil de profesión
Dejé la felicidad
Por causa de una ilusión
Oh sertão
Nostalgia del tiempo que pasó
De mi infancia querida, del viejo carro de bueyes

Allá en el campo, vivía con mucho empeño
Mi patrón era el sol
Y el mango de la azada mi profesión
Oh sertão
Nostalgia del tiempo que pasó
De mi infancia querida, del viejo carro de bueyes

Ya es hora, voy a casa
Mañana, vuelvo a regresar
Aquí en este edificio, donde la nostalgia vive atormentando
Oh sertão
Nostalgia del tiempo que pasó
De mi infancia querida, del viejo carro de bueyes

Escrita por: Henrique Silvestre