D.F.S.
Olha de repente
A janela fugiu
Levada no vento
Que voltou a soprar
Não faz mal, vai voltar
Não faz mal, há-de regressar
Para a luz do Sol de novo entrar
É que ao Sol já se vê
É melhor e sem saber porquê
Ao Sol gosto muito mais de ti
Sós num quarto escuro como este a cair
Mesmo sem janela por abrir
Queria ver-te sem acender a luz
Não concebo a vida sem o Sol
Eu não concebo a vida sem ti
Queria ver-te sem acender a luz
Não concebo a vida sem o Sol
D.F.S.
Mira de repente
La ventana se fue
Llevada por el viento
Que volvió a soplar
No importa, volverá
No importa, ha de regresar
Para que la luz del Sol entre de nuevo
Es que al Sol ya se ve
Es mejor y sin saber por qué
Al Sol me gusta mucho más contigo
Solos en un cuarto oscuro como este a caer
Incluso sin ventana por abrir
Quisiera verte sin encender la luz
No concibo la vida sin el Sol
Yo no concibo la vida sin ti
Quisiera verte sin encender la luz
No concibo la vida sin el Sol
Escrita por: Carlos Maria Trindade, Amândio Bastos