Boneca de Pano
Dialeto em dialeto
As amarras não me serviam bem
Tire as mordaças do meu vício
Ainda ontem me chamavam de alguém
Estou pregada no altar
Do castelo que você construiu
Mas eu não fico muito tempo
Eu salto e me atiro
Eu salto, me atiro
Eu salto, me atiro
Eu salto, me atiro
Eu salto do terceiro andar
Do terceiro andar
Transitivo indireto
Embalsamado na cadeira que eu fiz
Minha boneca de pano que iria te dar
Lamento, não te dei por que não quis
Ela se vendeu por mixaria
Não a culpo, foi de exemplo meu
Mas olha só, eu não fico muito tempo
Eu salto e me atiro
Eu salto, me atiro
Eu salto, me atiro
Eu salto, me atiro
Eu salto do terceiro andar
Do terceiro andar
Muñeca de Tela
Dialecto en dialecto
Las ataduras no me servían bien
Quita las mordazas de mi vicio
Ayer mismo me llamaban alguien
Estoy clavada en el altar
Del castillo que construiste
Pero no me quedo mucho tiempo
Salto y me lanzo
Salto, me lanzo
Salto, me lanzo
Salto, me lanzo
Salto desde el tercer piso
Desde el tercer piso
Transitivo indirecto
Embalsamado en la silla que hice
Mi muñeca de tela que te iba a dar
Lamento, no te di porque no quise
Se vendió por una miseria
No la culpo, fue mi ejemplo
Pero mira, no me quedo mucho tiempo
Salto y me lanzo
Salto, me lanzo
Salto, me lanzo
Salto, me lanzo
Salto desde el tercer piso
Desde el tercer piso
Escrita por: João Freitas