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Vagando

Hidravenosa

Errante

Confundido, errante y sin razón
Adulate de recuerdos fue
En las aguas de lo incierto navegó
A la deriva su rumbo perdió
Pasó el tiempo sin sentirse nunca en paz

El olvido no hacía parte de su andar
De este laberinto de fría oscuridad
Busco la respuesta de en lo irreal
Divagando sin rumbo, cegado
Atrapado en recuerdos vago

Espejismos de difusa oscuridad
Soy un errante de la humanidad
Mundo gris y sin salidas
De realidades esquivas
Atrapado en el tiempo
Como un inmortal

Consumido y abrumado
De sus miedos vil esclavos
Batallando eternamente
Sin un ideal

Confrontando sus prejuicios de su ser
Imagina un camino y renace
Vista al horizonte sin desfallecer
Buscando algo en que creer

Vagando

Confuso, errante e sem razão
Adular de memórias era
Nas águas do incerto ele navegou
À deriva seu curso perdido
O tempo passou sem nunca se sentir em paz

Esquecimento não fazia parte de sua caminhada
Desse labirinto de escuridão fria
Eu estou procurando a resposta do irreal
Vagando sem rumo, cego
Preso em memórias preguiçosas

Miragens de escuridão difusa
Eu sou uma humanidade errante
Mundo cinzento e sem saídas
De realidades ilusórias
Preso no tempo
Como um imortal

Consumido e sobrecarregado
Dos seus medos escravos vis
Lutando para sempre
Sem um ideal

Confrontando seus preconceitos de ser
Imagine um caminho e renasça
Vista horizontal sem desmaiar
Procurando algo em que acreditar

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