Não Conte a Ninguém ou Mato Você
Agora sou eu que tenho que justificar?
Mas cadê aquele cara de camisa vermelha?
Eu vi, eu senti, eu senti sua presença!
Agora sou eu que fujo do foco do seu olhar?
Mas cadê aquele cara de camisa vermelha?
Eu vi, eu senti, eu senti sua presença!
Eu sei, eu sei, eu sei, eu sei, eu sei, eu sei...
Não estou ficando louco! Ou estou ficando louco?
Você prometeu não se justificar.
Esquece a sujeira minha querida.
Eu sinto uma doença que me regenera, não me desespera.
Há quanto tempo aquela menina me espera?
Eu sei que ela me espera!
E eu choro fácil de indagar.
Há quanto tempo nem banho eu tomo?
O cérebro entupido eu provo.
Milhões de lamúrias eu choro e intensificam minha razão.
Intensificam minha razão.
Um urubu pousou bem no meu peito e deu-se por satisfeito ao comer meu coração.
Meu coração.
No le Digas a Nadie o te Mato
Ahora soy yo quien tiene que justificar?
¿Pero dónde está ese tipo de camisa roja?
Vi, sentí, ¡sentí tu presencia!
¿Ahora soy yo quien huye de la mirada de tus ojos?
¿Pero dónde está ese tipo de camisa roja?
Vi, sentí, ¡sentí tu presencia!
Yo sé, yo sé, yo sé, yo sé, yo sé, yo sé...
¡No me estoy volviendo loco! ¿O sí me estoy volviendo loco?
Prometiste no justificarte.
Olvídate de mis suciedades, querida.
Siento una enfermedad que me regenera, no me desespera.
¿Cuánto tiempo ha estado esperándome esa chica?
¡Sé que ella me espera!
Y lloro fácilmente al preguntar.
¿Cuánto tiempo ha pasado sin que me bañe?
Mi cerebro obstruido lo pruebo.
Lloro millones de lamentos que intensifican mi razón.
Intensifican mi razón.
Un buitre se posó justo en mi pecho y se dio por satisfecho al comerse mi corazón.
Mi corazón.
Escrita por: Danilo Sevali / Diogo Menichelli