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Himno de Ingazeira - PE

Hinos de Cidades

Hino de Ingazeira - PE

Nobre Ingazeira, meu torrão querido,
Que outrora fostes lar dos cariris,
Tu tens a força do teu povo unido
E ser teu filho só me faz feliz!

Refrão
Terra querida,
Cresça sempre mais
Teu povo anseia
Por progresso e paz.

Nasceste à sombra do cristianismo
E o Pajeú não te deixou pagã
Uma ingazeira fez o teu batismo,
Na esperança de um grande amanhã.

Quanta grandeza demonstraste outrora
Antes da longa e negra decadência...
Mas é passado... e o que vale agora
É tua força, tua independência!

Sob os auspícios do varão José
Tu serás sempre toda abençoada
Quem nasce ungido do sinal da fé
Não tem motivos pra temer a nada.

Teu clima quente, tuas noites calmas.
Enchem teus filhos de satisfação
São lenitivos para as nossas almas
Princesa nobre desta região!

Do Minadouro quem te escala a serra,
Te vendo inteira, sente a palpitar
Do mesmo orgulho que teu peito encerra
De haver nascido neste chão sem par.

Mil novecentos e sessenta e três
Vinte do doze que emoção que glória.
Nos libertamos a segunda vez
Pra construirmos nossa própria história.

Himno de Ingazeira - PE

Noble Ingazeira, mi querido terruño,
Que una vez fuiste hogar de los cariris,
Tienes la fuerza de tu pueblo unido
Y ser tu hijo solo me hace feliz!

Coro
Tierra querida,
Crece siempre más
Tu pueblo anhela
Por progreso y paz.

Naciste a la sombra del cristianismo
Y el Pajeú no te dejó pagana
Una ingazeira hizo tu bautismo,
En la esperanza de un gran mañana.

Qué grandeza demostraste en otro tiempo
Antes de la larga y negra decadencia...
Pero es pasado... y lo que vale ahora
Es tu fuerza, tu independencia!

Bajo los auspicios del varón José
Siempre serás bendecida
Quien nace ungido con el signo de la fe
No tiene motivos para temer nada.

Tu clima cálido, tus noches tranquilas.
Llenan de satisfacción a tus hijos
Son bálsamos para nuestras almas
Princesa noble de esta región!

Del Minadouro quien escala tu sierra,
Al verte entera, siente palpitar
El mismo orgullo que tu pecho encierra
De haber nacido en esta tierra sin igual.

Mil novecientos sesenta y tres
Veinte de diciembre qué emoción qué gloria.
Nos liberamos por segunda vez
Para construir nuestra propia historia.

Escrita por: José Rufino Da Costa Neto Dedé Monteiro