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Himno de Bias Fortes - MG

Hinos de Cidades

Hino de Bias Fortes - MG

Por matas virgens afora,
Buscando Mesopotâmia,
Se univam negros fugidos,
E conjugando valores,
Fizeram rufar seus tambores,
Sem esperanças, perdidos.
Dos rios, desde as nascentes,
Até dos seus confluentes,
Começaram a chegar.
E a inculta natureza,
Cheia de encanto e beleza,
Almejaram conquistar.

A você, torrão amado,
Berço de homens honrados,
Consagramos nossa vida.
Neste hino que lhe faço,
Quero envolvê-la num abraço,
Ó, Bias Fortes querida.

Seu Quilombo foi crescendo,
Gigante sobrevivendo,
Num constante labutar.
Brvo e forte se tornou,
Sua bravura aumentou,
Para a todos demosntrar.
Nesta terra de esperança,
Cheia de amor e bonança,
Homens buscando ideal.
Para a terra alvissareira,
Em batalha rotineira,
E a paz se fez União.

A você, torrão amado,
Berço de homens honrados,
Consagramos nossa vida.
Neste hino que lhe faço,
Quero envolvê-la num abraço,
Ó, Bias Fortes querida.

Himno de Bias Fortes - MG

Por caminos de monte virgen,
Buscando Mesopotamia,
Se unieron negros fugitivos,
Y conjugando valores,
Hicieron resonar sus tambores,
Sin esperanzas, perdidos.
De los ríos, desde sus nacientes,
Hasta sus confluentes,
Comenzaron a llegar.
Y la inculta naturaleza,
Llena de encanto y belleza,
Anhelaron conquistar.

A ti, terruño amado,
Cuna de hombres honrados,
Consagramos nuestra vida.
En este himno que te dedico,
Quiero abrazarte,
Oh, querida Bias Fortes.

Su Quilombo fue creciendo,
Gigante sobreviviendo,
En constante lucha.
Valiente y fuerte se volvió,
Su bravura aumentó,
Para demostrar a todos.
En esta tierra de esperanza,
Llena de amor y bonanza,
Hombres buscando ideales.
Para la tierra prometedora,
En batalla cotidiana,
Y la paz se hizo Unión.

A ti, terruño amado,
Cuna de hombres honrados,
Consagramos nuestra vida.
En este himno que te dedico,
Quiero abrazarte,
Oh, querida Bias Fortes.

Escrita por: Fernando Luiz Magaldi / Francisco Leitão Da Silva