7º BIB
Regimento vanguardeiro!
De teus feitos e legados
Há de ser zeloso herdeiro
Cada um de teus soldados
Cultuamos, neste templo
De tão cara tradição
Do patrono o nobre exemplo
De arrojo e decisão!
Lá no solo estrangeiro
Ou na Lapa, onde lutaste
General Gomes Carneiro
Glória eterna conquistaste!
Auriverde estandarte
Que do Herói foste a mortalha
Saberemos sempre honrar-te
Soe o hino ou a metralha
Saberemos
Com trabalho e valor elevar-te
Dobrem sinos em salvas de paz
Ou se imponha, sinistra, a batalha!
Os blindados que hoje ostentas
Dinamizam tua imagem
São couraças, que acrescentas
Ao poder e a coragem
Do indomito gigante
De qualquer tempo e lugar
O modesto e sóbrio infante
Do combate Herói sem par!
Lá no solo estrangeiro
Ou na Lapa, onde lutaste
General Gomes Carneiro
Glória eterna conquistaste!
Auriverde estandarte
Que do Herói foste a mortalha
Saberemos sempre honrar-te
Soe o hino ou a metralha
Saberemos
Com trabalho e valor elevar-te
Dobrem sinos em salvas de paz
Ou se imponha, sinistra, a batalha!
7th BIB
Regimiento vanguardista!
De tus hazañas y legados
Seremos celosos herederos
Cada uno de tus soldados
Honramos, en este templo
De tan preciada tradición
El noble ejemplo del patrón
De valentía y decisión!
En tierras extranjeras
O en la Lapa, donde luchaste
General Gomes Carneiro
¡Gloria eterna conquistaste!
Estandarte auriverde
Que fuiste la mortaja del Héroe
Siempre sabremos honrarte
Ya sea que suene el himno o la metralla
Sabremos
Con trabajo y valor exaltarte
Doblen campanas en salvas de paz
¡O si se impone, siniestra, la batalla!
Los blindados que hoy ostentas
Dinamizan tu imagen
Son corazas, que añades
Al poder y al coraje
Del indómito gigante
De cualquier tiempo y lugar
El modesto y sobrio infante
¡Del combate Héroe sin igual!
En tierras extranjeras
O en la Lapa, donde luchaste
General Gomes Carneiro
¡Gloria eterna conquistaste!
Estandarte auriverde
Que fuiste la mortaja del Héroe
Siempre sabremos honrarte
Ya sea que suene el himno o la metralla
Sabremos
Con trabajo y valor exaltarte
Doblen campanas en salvas de paz
¡O si se impone, siniestra, la batalla!
Escrita por: Eduardo de Ulhoa Cavalcanti.