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Trampa

Homem Canibal

Cilada

Passa o tempo, voa o vento.
Um movimento, furo o cerco.
E a saudade continua a doer

Cai o pêlo, vão os medos,
São meus carmas, dó que mata.
E eu continuo sem você

A mão que toca é a que corta.
Todo sangue meu que jorra
Tem uma marca, que é você

Vivo-morto, conta morta.
Sigo seco, sai da rota.
É tudo isso que eu levo de você

Essa menina me abalou
Essa menina infernizou a minha vida
Vou pra beira do cais pra ver se afogo essa saudade
Junto com o que deixei pra trás.

Chega de cilada!
Tô fora!

Trampa

Pasa el tiempo, vuela el viento.
Un movimiento, rompo el cerco.
Y la nostalgia sigue doliendo.

Cae el pelo, se van los miedos,
Son mis karmas, dolor que mata.
Y sigo sin ti.

La mano que toca es la que corta.
Toda mi sangre que brota
Tiene una marca, que eres tú.

Vivo-muerto, cuenta muerta.
Sigo seco, salgo de la ruta.
Es todo esto que llevo de ti.

Esta chica me sacudió.
Esta chica me atormentó la vida.
Voy al borde del muelle para ver si ahogo esta nostalgia.
Junto con lo que dejé atrás.

¡Basta de trampas!
¡Estoy fuera!

Escrita por: Thiago Menegassi