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Ecos de um Voto de Morte

Horror Frost

Echoes Of a Dying Vow

The autumn wind, a mournful sigh
Carries the scent of your last goodbye
Each falling leaf, a crimson tear
Reflecting the silence of this past year
I walk the paths we used to tread
Through gardens of regret, my heart is lead

The moon, a cold and silver eye
Stares down upon this life I crucify
Oh, my love, what have I done?
Extinguished our eternal sun

This hollow ache, a constant, dull decree
I'm begging, pleading, on shattered knees
Let me drown within your arms once more
And wash this guilt upon your shore
Just one last time, to hear you breathe my name
And burn together in this sorrow's flame

The wine I drink, a bitter flood
Tastes only of misunderstood
Words I choked on, left unsaid
Now haunt the hollows of my empty bed
I see your face in every passing shade
A seraph's smile on a sinner's parade

This black, black heart, a rusted, broken thing
Only for you, it would attempt to sing
Oh, my love, what have I done?
Extinguished our eternal sun
This hollow ache, a constant, dull decree
I'm begging, pleading, on shattered knees
Let me drown within your arms once more

And wash this guilt upon your shore
Just one last time, to hear you breathe my name
And burn together in this sorrow's flame
I know, I know, I am the reason why
The verdant fields of our love had to die
A self-inflicted, slow and cruel disease

That brought this titan to his wretched knees
Oh, my love, what have I done?
Extinguished our eternal sun
This hollow ache, a constant, dull decree
I'm begging, pleading, on shattered knees

Let me drown within your arms once more
And wash this guilt upon your shore
Just one last time, to hear you breathe my name
And burn together in this sorrow's flame
In your arms, let me be
In your arms eternally

Ecos de um Voto de Morte

O vento de outono, um suspiro triste
Traz o cheiro do seu último adeus
Cada folha que cai, uma lágrima vermelha
Reflete o silêncio deste último ano
Eu ando pelos caminhos que a gente costumava percorrer
Por jardins de arrependimento, meu coração pesa

A Lua, um olho frio e prateado
Olha para essa vida que eu estou crucificando
Ah, meu bem, o que eu fiz?
Apaguei o nosso Sol eterno

Essa dor vazia, um decreto constante e sem graça
Eu imploro, suplico, de joelhos quebrados
Deixe-me afogar em seus braços mais uma vez
E lave essa culpa em sua costa
Só mais uma vez, pra te ouvir respirar meu nome
E queimar juntos na chama desta tristeza

O vinho que eu bebo, uma inundação amarga
Só tem gosto de mal-entendido
Palavras que eu engasguei, deixadas sem dizer
Agora assombram os cantos da minha cama vazia
Eu vejo seu rosto em cada sombra que passa
Um sorriso de anjo numa procissão de pecadores

Este coração negro, uma coisa enferrujada e quebrada
Só por você, ele tentaria cantar
Ah, meu bem, o que eu fiz?
Apaguei o nosso Sol eterno
Essa dor vazia, um decreto constante e sem graça
Eu imploro, suplico, de joelhos quebrados
Deixe-me afogar em seus braços mais uma vez

E lave essa culpa em sua costa
Só mais uma vez, pra te ouvir respirar meu nome
E queimar juntos na chama desta tristeza
Eu sei, eu sei, eu sou a razão pela qual
Os campos verdes do nosso amor tiveram que morrer
Uma doença autoinfligida, lenta e cruel

Que derrubou esse gigante aos seus pés miseráveis
Ah, meu bem, o que eu fiz?
Apaguei o nosso Sol eterno
Essa dor vazia, um decreto constante e sem graça
Eu imploro, suplico, de joelhos quebrados

Deixe-me afogar em seus braços mais uma vez
E lave essa culpa em sua costa
Só mais uma vez, pra te ouvir respirar meu nome
E queimar juntos na chama desta tristeza
Nos seus braços, deixa eu ficar
Nos seus braços eternamente

Escrita por: Horror Frost