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Anti Arte

Hórus Beatz

Anti Arte

[Ufato]
A vida me ensinou a viver
Por mais que eu ame a vida
Não tenho medo de morrer
Sem luta não tem como vencer
E o rap me fez reviver

Compondo clássicos como Mozart
Causando impacto como sulicidio
Sou louco a ponto de fazer o novo
Enquanto seu mc favorito faz releitura do seu mc favorito

Sou intimo dos meus versos
Vou fazer uma atentado poético
E como Diomedes to elevando o level
Ultimamente penso mais em beats do que sexo

Eu vou explodir como big bang
E vou da origem a uma nova era
É que eles se incomodam quando eu to na escrita
E quando eles tão na escrita só escrevem merdas

Tem quer ter malicia pra andar nessas ruas
As paredes tem ouvidos e ninguém enxerga nada
É melhor ter cuidado com o que você fala
Nunca desacredite do poder das palavras

Não se deixe confundir pela aparência
O corre é muito alem do que vocês pensam
A musica é minha filha e eu me esforço o máximo
E todo meu esforço sera recompensado

No meio da guerra o amor é saudades
E no meio da saudades o amor é a guerra
É o brilho dos olhos delas me fez esquecer o mundo
E me fez lembra que o meu mundo é ela

[Hórus]
Um jogador raro
Não irei vender meu time, mano por qualquer contrato
Sou indecifrável
Vejo Rostos inquietos e se dizem estar calmo

Em versos profundo, não me convém o raso
Uma piscina pequena não dará prazer no nado
O que preenche teu espaço? Vazio
O que preenche teu espaço?

Sem modos na vida e no fone, que fome
Tudo que eu queria agora
Era um pastel haxixe e danone
Pra fugir das bad a gente fuma a gente bebe
A gente transa, a gente canta, a gente escreve

Sem pose por posse, escrevo em codigo morse
Alfred hitchcock, em minhas psicoses
Um anti cristo, pregando a anti arte
Como no dadaísmo, prego subversividade

Sou o Duchamp do rap, e foda-se vocês
Busco a minha ascensão e foda-se vocês
Vim pra quebras as regras e foda-se vocês
Pensaram em me foder e eu fodi vocês

Não passa um frame do filme no seu telecine
O supremo, suprime, sublime
O regime comprime, reprime
Quem busca entender, atender, ascender
Esperar pra morrer

Mas antes disto acontecer
Tenho mil coisas para resolver
Sobreviver, viver, vencer
Vim ser, sem nada a temer
É matar ou morrer

Pinto quadros com sangues de gangue
Pinto quadros com sangues de gangue
Pinto quadros com sangues de gangue
Sinto que é inspirador tanto quanto revoltante

Anti Arte

[Ufato]
La vida me enseñó a vivir
Aunque ame la vida
No tengo miedo de morir
Sin lucha no hay victoria
Y el rap me hizo revivir

Componiendo clásicos como Mozart
Causando impacto como suicidio
Estoy loco al punto de crear lo nuevo
Mientras tu rapero favorito hace una reinterpretación de tu rapero favorito

Soy íntimo de mis versos
Voy a cometer un atentado poético
Y como Diomedes elevando el nivel
Últimamente pienso más en ritmos que en sexo

Voy a explotar como el big bang
Y daré origen a una nueva era
Ellos se molestan cuando estoy escribiendo
Y cuando ellos escriben, solo escriben tonterías

Hay que ser astuto para caminar por estas calles
Las paredes tienen oídos y nadie ve nada
Es mejor tener cuidado con lo que dices
Nunca subestimes el poder de las palabras

No te dejes engañar por las apariencias
La movida va mucho más allá de lo que piensan
La música es mi hija y me esfuerzo al máximo
Y todo mi esfuerzo será recompensado

En medio de la guerra, el amor es nostalgia
Y en medio de la nostalgia, el amor es guerra
El brillo de sus ojos me hizo olvidar el mundo
Y me hizo recordar que mi mundo es ella

[Hórus]
Un jugador raro
No venderé mi equipo, hermano, por cualquier contrato
Soy indescifrable
Veo rostros inquietos que dicen estar tranquilos

En versos profundos, lo superficial no me conviene
Una piscina pequeña no dará placer al nadar
¿Qué llena tu espacio? Vacío
¿Qué llena tu espacio?

Sin modales en la vida y en los auriculares, qué hambre
Todo lo que quisiera ahora
Era un pastel, hachís y un Danone
Para escapar de las malas vibras fumamos, bebemos
Hacemos el amor, cantamos, escribimos

Sin poses por posesión, escribo en código morse
Alfred Hitchcock, en mis psicosis
Un anticristo predicando el anti arte
Como en el dadaísmo, predico subversividad

Soy el Duchamp del rap, y que les den a ustedes
Busco mi ascenso y que les den a ustedes
Vine para romper las reglas y que les den a ustedes
Pensaron en joderme y yo los jodí a ustedes

No pasa un fotograma de la película en tu telecine
El supremo, reprime, sublime
El régimen comprime, reprime
Quien busca entender, atender, ascender
Esperar para morir

Pero antes de que eso suceda
Tengo mil cosas que resolver
Sobrevivir, vivir, vencer
Vine a ser, sin nada que temer
Es matar o morir

Pinto cuadros con sangre de pandilla
Pinto cuadros con sangre de pandilla
Pinto cuadros con sangre de pandilla
Siento que es inspirador tanto como revoltante

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