Tempest
Rei demônio no trono, doze sombras ao redor
Quando o mundo cai, eles respondem ao chamado
No trono da Tempestade, o slime virou rei
Reino inteiro treme quando o nome dele vem
Doze sombras caminham quando Rimuru decide
Se o inimigo aparece, ele simplesmente divide
Primeiro é Diablo, demônio primordial
Sorriso calmo, massacre sobrenatural
Benimaru no campo, o general do inferno
Chama a Katana, transforma a guerra em inferno
Shion na linha, ignorando realidade
Corte impossível, pura brutalidade
Shuna controla a magia como sacerdotisa
Tempest respira enquanto a barreira estabiliza
Rangadas sombras, trovão na escuridão
Relâmpago corta o céu, seguindo a invocação
Doze Patronos, doze reis na guerra
Tempest levanta quando o caos encerra
Se Rimuru chama, ninguém vai escapar
Quando as sombras chegam, o mundo vai dobrar
Doze Patronos, força colossal
Exército demoníaco, sobrenatural
Se o rei ordenar, o destino cai
Tempest domina, ninguém segura mais
Ranga na linha, segurando a devastação
Escudo vivo, pura destruição
Gabiru voa com orgulho no olhar
Dagruel tá pronto pra batalha dominar
Kumara desperta, nove caudas no vento
Energia divina no campo sangrento
Adalman levanta legiões do além
Necromante que transforma morte em poder também
Zegion surge, silêncio mortal
Guardião do labirinto, poder colossal
Quando ele luta, até o tempo desacelera
Inimigos percebem que a derrota já espera
Testarossa fria, manipulação perfeita
Última a sorrir enquanto a batalha se deleita
Doze Patronos, doze reis na guerra
Tempest levanta quando o caos encerra
Se Rimuru chama, ninguém vai escapar
Quando as sombras chegam, o mundo vai dobrar
Não apenas poder, é lealdade absoluta
Um rei demônio
Doze lendas vivas
Tempest não cai
Quando o trono levanta, as sombras aparecem
Impérios inteiros simplesmente desaparecem
Se o mundo desafia o rei da nação
Doze Patronos trazem devastação
Diablo nas trevas, legião no chão
Benimaru queimando a dimensão
Se Tempest marcha, não existe empate
Porque o fim da guerra é quando Rimuru combate