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Iberé

Hotelo

Iberê

Chega, eu vou sair daqui
Me deixa, nem vou me despedir
(Não, não, não)

Porque eu vou voltar
Só vou me alimentar
De outro lugar
Vou me desafiar
Quando eu for voltar
Te ligo de um orelhão
Sobre a digestão

Na minha mesa não haverá vinho e pão
(Não, não, não, não, não)
A natureza será a solução

Não me rebelei
Amor eu conquistei
Tento só passar
Essa é a minha lei
Se eu fracassar
Eu digo que tentei
Ó meu salvador

E eu vou plantar amor
E eu vou plantar amor

Eu conheci o que é progresso, eu apliquei minha cultura
Eu conheci o meu país, mais do que isso
Eu conheci a vida e velejei de barco, eu não precisei

Eu tive medo em alguns instantes
Mas ao supera-los aprendi
Que o preço que se paga para ter dinheiro
É muito alto, irmão
E é muito alto, irmão

Eu vejo toda babilônia e não acredito, não é civilizado
O egoísmo, o mal caráter
Viver num quadrado
O estressado hoje em dia é coisa natural

E a gente se prende nas coisas
E essas coisas cegam a gente
E a gente nem percebe
Que lá fora o dia tá nos convocando

Por que não desfrutar?
Por que não desfrutar?
Por que não desfrutar?

Iberé

Suficiente, me voy de aquí
Déjame, ni siquiera me despediré
(No, no, no)

Porque estoy volviendo
Voy a alimentarme
De otro lugar
Me voy a desafiar a mí mismo
Cuando vuelva
Te llamaré desde un teléfono público
Acerca de la digestión

En mi mesa no habrá vino ni pan
(No, no, no, no, no, no)
La naturaleza será la solución

No me rebelé
Amor que he conquistado
Sólo estoy tratando de pasar
Esa es mi ley
Si fallo
Digo que intenté
Oh mi salvador

Y plantaré amor
Y plantaré amor

Sabía lo que es el progreso, apliqué mi cultura
Conozco a mi país, más que eso
Conocí la vida y navegé en un barco, no tenía que hacerlo

Tenía miedo en unos momentos
Pero al superarlos aprendí
Que el precio que pagas para tener dinero
Es demasiado alto, hermano
Y es demasiado alto, hermano

Veo toda Babilonia y no lo creo, no es civilizada
Egoísmo, carácter maligno
Vivir en una plaza
Hoy en día estresado es algo natural

Y nos quedamos atrapados en las cosas
Y estas cosas nos ciegan
Y ni siquiera nos damos cuenta
Que ahí fuera el día nos convoca

¿Por qué no disfrutarlo?
¿Por qué no disfrutarlo?
¿Por qué no disfrutarlo?

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