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Amnesia e Independencia

Ignota

Amnésia e Independência

Tem cacos da minha história nessa estrada
Como fatos que eu não sei explicar
Pondo em dúvida as cores do meu dia
Escurecendo o beco onde posso me encontrar
Não sei como escrever as perguntas que me fazem
Não sei sobre o meu passado que naufragou
Só sei que tem um futuro ali adiante
E um caminho que eu vou seguir

Mas cada dia é um portão que eu tenho que abrir
Às vezes são como muros que tenho que saltar
Mas cada dia é um portão que eu tenho que abrir
Às vezes são como muros que tenho que saltar

Tem pedras enormes
Às vezes salto
Às vezes contorno
E no momento há raios e trovões
Mas eu gosto mesmo dos tempos de sol

Em breve receberei o primeiro prêmio
Mas os sacrifícios até lá são dolorosos
E aquecem minha pele
Fazendo o sangue brotar debaixo dela

Sou pedra com alma
Dependo de tudo e de todos
Mas ninguém vai entender o que eu digo
Sou pedra com alma
Dependo de tudo e de todos
Mas ninguém vai entender o que eu digo

Tem pedras enormes
Às vezes salto
Às vezes contorno
E no momento há raios e trovões
Mas eu gosto mesmo dos tempos de sol

Em que os portões estão abertos...

Amnesia e Independencia

Hay fragmentos de mi historia en este camino
Como hechos que no sé explicar
Poniendo en duda los colores de mi día
Oscureciendo el callejón donde puedo encontrarme
No sé cómo escribir las preguntas que me hacen
No sé sobre mi pasado que naufragó
Solo sé que hay un futuro allí adelante
Y un camino que seguiré

Pero cada día es una puerta que debo abrir
A veces son como muros que debo saltar
Pero cada día es una puerta que debo abrir
A veces son como muros que debo saltar

Hay piedras enormes
A veces salto
A veces rodeo
Y en este momento hay rayos y truenos
Pero realmente disfruto de los tiempos soleados

Pronto recibiré el primer premio
Pero los sacrificios hasta entonces son dolorosos
Y calientan mi piel
Haciendo que la sangre brote debajo de ella

Soy piedra con alma
Dependo de todo y de todos
Pero nadie entenderá lo que digo
Soy piedra con alma
Dependo de todo y de todos
Pero nadie entenderá lo que digo

Hay piedras enormes
A veces salto
A veces rodeo
Y en este momento hay rayos y truenos
Pero realmente disfruto de los tiempos soleados

Donde las puertas están abiertas...

Escrita por: Bruno Pedreira