O canarinho solta a voz
Porque esse é seu destino
E eu também tô na toada
Tô buscando meu caminho
Minha essência é o interior
Viva o sangue nordestino
Quem bebe da água de vaquejada
Não quer mais voltar pra casa
E agora eu sei porque
É forrozão até de madrugada
É mulher linda traiada
Faz os caba enlouquecer
É paredão, e boi no chão
É poeirão, bota pressão
É poeirão, bota pressão
É paredão, e boi no chão
Igor Gabriel bota pressão
Quem bebe dessa água
Pra casa não quer voltar
Se não aguenta o trecho
É melhor cê nem entrar
Escrita por: Maykow Melo, Jr. Carioca, João Veber